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domingo, 30 de maio de 2010

Aquele abraço

Era feliz e não sabia. Não havia uma manhã sem uma crise de riso. Por mais que todos se vissem diariamente, cada encontro parecia acontecer depois de muitos anos de distância. Primeiro era o vocativo, depois o abrir de braços e o fechar em torno do outro. E esse ritual era repetido diversas vezes...

Hoje é bem diferente. Falta intimidade. As coisas são meio impessoais. Travar um abraço é uma das piores sensações que se pode existir. É um sentimento de coisa incompleta que fica no ar. Quem já sentiu? A pessoa lhe fez um elogio digno daquele abraço e você não consegue dar. Ou a pessoa está num momento péssimo, precisando daquele carinho e seus braços não conseguem se mover um milímetro. Não sei o que acontece.

Alegria grande é quando encontro alguém desses outros tempos. Aí a gente se deleita em um gesto verdadeiro e cheio de saudade. Como eu sinto falta de vocês no meu cotidiano. Não há remédio melhor pra doenças do coração. E é de graça :)



2 comentários:

Yanna disse...

concordo, camilinha! ando sentindo muita falta de abraços ultimamente! kkk
beijos. ;*

Daniel disse...

eu achei q eu era um remédio na sua vida, olha só!