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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Limites

"Nações são prisões, o mundo é de todos". Essa eu vi pichada em algum muro da Rua Chile. E tá registrada que é pra eu não esquecer. Quem dera todo mundo pudesse, como numa propaganda da TIM, "viver sem fronteiras".

"Direis agora: Tresloucado, amigo!". E ainda vai me chamar de anarquista. Tá certo, não vamos exagerar. Pra viver assim só se voltássemos aos tempos do ronca e olhe lá: os aborígenes já brigavam por território. A questão aqui é outra.

Uma vez um professor de história falou que achava patriotismo uma babaquice. Eu choquei na hora. Também, ensinada a cantar o hino nacional estufando o peito e a amar o país acima de qualquer coisa, eu só podia estranhar. Mas a afirmação tem seu quê de verdade. A xenofobia nada mais é que uma exarcebação do nacionalismo, né não? E é coisa que não entra na minha cabeça de jeito nenhum, esse sentimento de superioridade. É como rivalidade entre time de futebol ou entre 5ª série A e 5ª série B. E a gente nem tá disputando campeonato ou o 1º lugar dos jogos internos, viu?

Não tô dizendo que amar a pátria faz de você um Hitler. Eu amo meu país, meu estado, minha cidade, minha casa. Mas preciso odiar a Argentina pra isso? Já pensou eu tocando na campainha do vizinho só pra dizer: "Hahaha, minha grama tá mais verde que a sua". Falando em Argentina, com o peso valendo metade do real, eu bem que queria estar por lá agora :) ¡Hola! É, esse sistema tem lá suas vantagens (egoístas e elitistas, mas tem).

Pra finalizar, vou soltar aqui um palavrão: puta merda! Só pra equilibrar, porque ultimamente esses meus textos tão muito politicamente corretos.

2 comentários:

Daniel disse...

essa gorda só quer ser intelec...

seus textos são ótimos flôr, fico impressionado com seu intelecto criativo, como parecendo fluir as palavras da sua mente pensante.

Camila disse...

OBRÊGADA, DANIEL, PELA IRONIA! cagão.