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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sono

MUITO!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Limites

"Nações são prisões, o mundo é de todos". Essa eu vi pichada em algum muro da Rua Chile. E tá registrada que é pra eu não esquecer. Quem dera todo mundo pudesse, como numa propaganda da TIM, "viver sem fronteiras".

"Direis agora: Tresloucado, amigo!". E ainda vai me chamar de anarquista. Tá certo, não vamos exagerar. Pra viver assim só se voltássemos aos tempos do ronca e olhe lá: os aborígenes já brigavam por território. A questão aqui é outra.

Uma vez um professor de história falou que achava patriotismo uma babaquice. Eu choquei na hora. Também, ensinada a cantar o hino nacional estufando o peito e a amar o país acima de qualquer coisa, eu só podia estranhar. Mas a afirmação tem seu quê de verdade. A xenofobia nada mais é que uma exarcebação do nacionalismo, né não? E é coisa que não entra na minha cabeça de jeito nenhum, esse sentimento de superioridade. É como rivalidade entre time de futebol ou entre 5ª série A e 5ª série B. E a gente nem tá disputando campeonato ou o 1º lugar dos jogos internos, viu?

Não tô dizendo que amar a pátria faz de você um Hitler. Eu amo meu país, meu estado, minha cidade, minha casa. Mas preciso odiar a Argentina pra isso? Já pensou eu tocando na campainha do vizinho só pra dizer: "Hahaha, minha grama tá mais verde que a sua". Falando em Argentina, com o peso valendo metade do real, eu bem que queria estar por lá agora :) ¡Hola! É, esse sistema tem lá suas vantagens (egoístas e elitistas, mas tem).

Pra finalizar, vou soltar aqui um palavrão: puta merda! Só pra equilibrar, porque ultimamente esses meus textos tão muito politicamente corretos.

A dor e a delícia

(Para quem espera um texto pornográfico: ALT+F4) ~ Haha! ;)

Venho por meio deste registrar a minha queixa contra qualquer tipo de julgamento, preconceito ou rótulo. Por já ter julgado errado demais, parei de fazer. Por ter perdido oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas, parei de rotular. E o preconceito, que a gente insiste em mentir pra si próprio dizendo que não tem, só se vai assim. Veja bem, nem uma pessoa perfeita estaria apta a julgar o próximo, pois sendo perfeita, ela jamais o faria. Antes de lançar qualquer adjetivo no ar, reflita. Já vi muita coisa que parece esquisita por aí: gente que não bebe, não fuma e não foge, achando que tá por cima da carne seca, destilando veneno aos sete mares; e a menina rodada, malhada e bebaça fazendo o bem sem olhar a quem. Para quem você daria o seu voto pra ir pro céu? Eu não faço a mínima idéia. Deus é que sabe o que se passa no coração de cada um. E se você não acredita em Deus, acredite pelo menos na solidão e no que ela faz com nossa cabeça antes da gente dormir. Ninguém é melhor do que ninguém por motivo qualquer. Como diria Caetano: "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".

E acabou numa riminha.


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p.s.: esse blog é esquizofrênico, fala com ninguém.

Perfeccionista

significa: chato pra car...amba! Não precisamos perder tempo com certas coisas. E olhe que quem falou foi a virginiana.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

E cada dia a mais

É um dia a menos.
Só quero um dia ameno.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Fugere urbem

Quem deixa o trato pastoril amado
Pela ingrata, civil correspondência
Ou desconhece o rosto da violência,
Ou do retiro a paz não tem provado

(Cláudio Manuel da Costa)

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Chega de século XIX e reformas urbanas, professora. Ramo pru siridó!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Frase e ponto.


Preciso de outra válvula de escape. As minhas já estão todas entupidas. É muita fumaça. De fogo. De palha. O consolo é que passa. Como tudo o que é ruim. E como muito do que é bom. Preciso de música, baixinha, perto do ouvido, cordas e voz. E do cheiro de boemia, de conversa imprevisível. Preciso ler e assistir algo fora do comum. Qualquer coisa que não se refira a cimento ou tijolo. Novidade. O despertar sem saber o que virá.